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Patologia - Crânio | clinicaregenera

Aneurismas Cerebrais

O aneurisma cerebral é uma dilatação anormal de uma das artérias cerebrais, devido ao enfraquecimento local de sua parede. Os maiores riscos desse afrouxamento do tecido vascular são ruptura da artéria e hemorragia ou compressão de outras áreas do cérebro.

O tamanho de um aneurisma cerebral é variável, podendo medir tanto poucos milímetros (até 1 cm) quanto ser de tamanho médio (até 2 cm). Ainda podem serem maiores (grandes ou gigantes), atingindo vários centímetros de diâmetro.

Sua causa é quando há uma região enfraquecida na parede de um vaso sanguíneo. Um aneurisma pode estar presente desde o nascimento (congênito) ou pode se desenvolver mais tarde, como depois que um vaso sanguíneo é lesionado. Entre as principais causas estão:

·         Predisposição familiar: 15% dos portadores de aneurisma pertencem a uma família em que a incidência da enfermidade é maior.

·         Hipertensão arterial: pressão alta facilita o desenvolvimento e a ruptura dos aneurismas.

·         Dislipidemia: aumento dos níveis de colesterol e triglicérides.

·         Diabetes.

·         Cigarro.

·         Consumo de álcool.

O paciente com aneurisma cerebral pode ser assintomático, neste caso, só é possível identificar a doença quando o indivíduo passa pela ressonância magnética ou tomografia computadorizada devido a outras causas.

Em geral, os episódios de ruptura e sangramento ocorrem a partir da 5ª década de vida, afetam mais as mulheres e tornam-se mais comuns à medida que a pessoa envelhece.

Aneurisma cerebral é uma doença grave. Apenas 2/3 dos pacientes sobrevivem, mas cerca da metade permanece com sequelas importantes que comprometem a qualidade de vida.

Deformidades do Crânio

O crânio é formado por diferentes ossos que são ligados por suturas e junções. O fechamento precoce das junções, ainda durante período fetal, resulta em diferentes deformidades no crânio de acordo com a sutura envolvida. Assista ao vídeo e saiba quais os tipos de craniossinistose

Quando há uma junção prematura dos ossos, o cérebro não consegue se expandir e aí surgem as alterações no formato. Além da questão estética, há aumento na pressão intracraniana, capaz de ocasionar sequelas graves. “A principal ameaça é uma complicação chamada hipertensão intracraniana,

A craniossinostose tem incidência de 1 a cada 2000-3000 nascimentos e é classificada em duas categorias: sindrômicas e não-sindrômicas. Enquanto as primeiras estão relacionadas a síndromes, como as caracterizadas por comprometimento do coração, dos rins, dos ossos ou dos músculos, as segundas se restringem à malformação craniana.

Hidrocefalia

A hidrocefalia é uma situação em que há um desequilíbrio entre a produção, circulação ou absorção desse fluido, com um acentuado aumento dele. Refere-se ao acúmulo do líquor nas cavidades ventriculares cranianas (o que as faz aumentar de tamanho) e no espaço subaracnóideo e à pressão que passa a exercer sobre as estruturas do cérebro, podendo causar nelas lesões e inchaço.

A hidrocefalia pode resultar do excesso de produção (situação rara), impedimento de circulação ou absorção do LCR, o que gera um aumento da pressão no interior do cérebro. Em geral essa obstrução está relacionada com o aparecimento da espinha bífida, mas também pode ocorrer por outras razões, genéticas ou adquiridas, entre as quais se contam: infecções (caxumba, citomegalovírus, hepatite, toxoplasmose, poliomielite, etc.), hemorragia intraventricular, meningite, traumatismos, tumores, cistos, estenose do Aqueduto de Sylvius, etc.

A cirurgia consiste no implante de uma válvula que drena o excesso do LCR do sistema ventricular para outras cavidades do corpo (geralmente a cavidade abdominal). Outra técnica cirúrgica consiste em fazer-se um orifício no terceiro ventrículo e propiciar uma saída alternativa para o excesso do LCR. O neurocirurgião deve decidir, em cada caso específico, qual tratamento indicar.

Tumor de hipófise

A hipófise, pineal ou pituitária é uma pequena glândula em forma de feijão situada na base do cérebro, atrás do nariz e entre as orelhas, alojada numa reentrância da base do cérebro, chamada célula túrcica. Apesar de seu tamanho, esta glândula secreta hormônios que influenciam quase todas as partes do corpo, porque é ela quem regula todas as outras glândulas endócrinas do organismo.

tumor da glândula pituitária que comprime o tecido glandular e interfere com a produção de hormônios. Um tumor da hipófise também pode comprimir o nervo óptico e causar distúrbios visuais

A hipófise pode desenvolver vários tipos de tumores, tanto benignos quanto malignos, embora a maioria seja benigna.

Os tipos mais frequentes de tumores são os adenomas - formações benignas de tecido glandular que são provocadas por mutações isoladas de células hipofisárias normais. Em alguns casos essas mutações podem ser transmitidas hereditariamente, dos pais para os filhos.

Outro tipo de tumor que pode ocorrer, porém com menor incidência, é o craniofaringeoma, que se origina dos restos embrionários das células que deram origem à glândula. Normalmente, trata-se de um tumor congênito presente desde o nascimento, mas que pode se desenvolver lentamente até a idade adulta sem que o paciente apresente sintomas. Na maioria dos casos ele é um tumor benigno, porém, devido à sua alta aderência às estruturas adjacentes, pode apresentar um comportamento maligno.

Um tumor na hipófise pode levar a glândula a produzir quantidades maiores ou menores de hormônios. Qualquer uma das duas alternativas podem causar problemas sérios ao organismo. Tumores grandes, que medem cerca de um centímetro ou mais, são conhecidos como macroadenomas. Tumores menores são chamados microadenomas.

Pressão exercida pelo  tumor

Os macroadenomas podem exercer pressão sobre a hipófise e sobre estruturas vizinhas também. Os principais sinais e sintomas de pressão exercida por um tumor pituitário podem incluir:

 

Alguns tumores pituitários, chamados de tumores de funcionamento, também produzem hormônios. Geralmente, eles levam a uma produção excessiva de hormônios. Além disso, diferentes tipos de tumores podem desenvolver-se na hipófise, levando ao surgimento de sinais e sintomas específicos e, por vezes, a uma combinação deles.

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