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Tratamento Cirúrgico da Dor crônica

 

A dor crônica é uma das principais causas de incapacidade e afastamento do trabalho, perda de funcionalidade e da qualidade de vida.

 

Os pacientes com dor crônica apresentam comprometimento em diversas facetas de sua vida. A dor evoca emoções e uma cascata de modificações neurofisiológicas e funcionais, gerando sofrimento, incertezas, medo da incapacidade e da desfiguração, preocupações com perdas materiais e/ou sociais, limitações para a realização das atividades profissionais, sociais e/ou domiciliares. Altera também afeto, sono, apetite, lazer e qualidade de vida.

 

Os impactos psicossociais e as incapacidades relacionadas à dor tornam-se onipresentes e os pacientes distanciam-se progressivamente das perspectivas de recuperação e de reabilitação física, profissional e social. Apresentam medo do desemprego e incertezas quanto às perspectivas futuras, prolongam o período de afastamento, o que torna ainda mais remota a possibilidade de reintegração na sociedade.

 

Tratamento

 

Dor Crônica pode ocorrer em qualquer região do organismo, mas quando decorre de lesão no sistema nervoso central ou do periférico, o tratamento é muito complexo e os resultados são menos favoráveis. Trata-se da chamada dor neuropática, que tem indicação precisa de tratamento por neurocirurgia funcional. Para esses pacientes, as perspectivas são otimistas: ocorre de 50% a 100% de melhora nos sintomas, dependendo da condição.

 

O procedimento neurocirúrgico da dor neuropática envolve a colocação de delicados eletrodos ou cateter, em um nervo, na proximidade da medula espinhal ou, eventualmente, no cérebro. Este eletrodo ou cateter é utilizado para auxiliar o sistema nervoso a recuperar-se da hipersensibilidade. Por vezes o melhor tratamento é ligar o eletrodo a um marca-passo, que promove escassas descargas elétricas, que ajudam o tecido nervoso a combater a dor. Os marca-passos de dor são muito conhecidos e bem vistos pelos pacientes, pois funcionam como uma troca da dor por uma sensação de vibração. Estes sistemas são sempre orientados e controlados pelo médico, que pode a cada consulta, mudar os parâmetros da estimulação, ou a medicação, em uso nos cateteres. A boa notícia é que os tratamentos são totalmente reversíveis e tem baixo risco.

 

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Cirurgias: Hérnia de disco, Estenose, Fratura Vertebral, AVC, Aneurisma, Hipófise, Neurocirurgia Funcional, Espondilólise e Espondilolistese, 

Síndrome do Túnel do Carpo, Dor crônica

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